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Mãe se despede de filho em última dança

Em meio a uma longa batalha contra um câncer de mama, Mary Ann Manning mantinha firme um desejo: dançar com o filho em sua festa de casamento.

Mesmo debilitada por conta do tratamento contra a doença, Manning conseguiu realizar seu sonho, dançando ao som de Somewhere Over The Rainbow.

Infelizmente, como informa o texto anexado ao vídeo de Kristie Manning, três dias após o evento a senhora acabou falecendo.

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Como transformei o câncer em um livro

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Vilmabel Soares é Gaúcha natural de Rio Grande, nascida em 1972, pós-graduanda em Arte-terapia no Instituto da Família em Porto Alegre/RS. Soube transformar sua experiência com o câncer de mama em um livro chamado Eu E O ESPELHO – Um Guia para Auxiliar na Cura do Câncer de Mama Através do Pensamento Positivo. O livro que não tem fins lucrativos será lançado no mês de outubro mês do combate ao câncer de mama e poderá ser adquirido através do SITE ou com a própria autora (vilmabel@espacobelartes.com.br). Vilmabel descobriu a doença em 2013.

 

DEPOIMENTO

Minha reação ao descobrir foi NÃO ACREDITAR, porque nunca me sentia doente, então NEGUEI a doença por dois meses.  Busquei apoio com meu psicólogo,Dr. Geime Rozanski e terapeuta transpessoal, Helena Sudbrack SEMPRE ACREDITEI em minha cura! Sempre exerci a força do pensamento positivo. Quem não tem medo da morte? O que mais me ajudou durante o processo da doença, foi eu sempre ter FOCO NO PENSAMENTO POSITIVO, o riso que eu chamo terapia do riso, tinha dois amigos meus que me faziam rir muito (Claudia Gonçalves e Nédi Saucedo), os quais me ajudaram e muito a eu manter minha imunidade boa,  duas pessoas sem igual!! Na última quimioterapia que fiz a enfermeira me perguntou o que eu tinha feito para minhas defesas estarem tão boas? SORRI PARA ELA EM RESPOSTA.

Outro fator determinante que muito me ajudou foi fazer exercícios de meditação e arte-terapia (expressão corporal, – exercícios lentos, visualizações mentais de cores, natureza,cura, gratidão, agradecimento, dos quais muito eu os criei  e tenho escrito no livro que escrevi durante o percurso de tratamento com quimioterapia: EU E O ESPELHO – Um Guia para Auxiliar na Cura do câncer de mama através do Pensamento Positivo. Como escritora, intitulada desde 2010 pela Editora Vozes não poderia ficar devendo essa minha experiência em forma de livro para o universo.Também sempre cuidei  de minha alimentação a base de frutas, legumes, saladas de preferência cruas, muita água, dois litros em média por dia, mel, farinha de linhaça, morango para limpar as toxinas. Evitei carnes e laticínios. E com certeza sem sombra de dúvidas os cuidados dos meus terapeutas. médicos e minhas enfermeiras que foram umas mãezonas pra mim: Marieni, Letícia e Márcia. E os cuidados do Fábio junto a mim 24 horas por dia!

quando o oncologista me requereu exame de ecografia para ver o quanto tinha diminuído o nódulo para supostamente me encaminhar a cirurgia, TEVE UMA SURPRESA, pois o resultado do exame deu: “CA não detectado. Lesão totalmente desaparecida”. Esse dia foi o dia mais feliz de toda a minha vida, porque eu tinha 7,5 cm de massa tumoral, considerada expressivamente grande, quando a princípio do tratamento de quimioterapia não estava descartada a retirada de toda a mama. Mas eu sempre TIVE O FOCO NO PENSAMENTO: “Vou desmanchar todo esse tumor com minha energia do pensamento positivo e toda minha energia vital”. E CONSEGUI, POIS NÃO passei por cirurgia! Aleluia! Deus seja louvado todos os dias!
Em agosto fez um ano que meus resultados tinham dado bons, e em 15 de outubro vai fazer um ano que fiz minha última quimioterapia, exatamente dia do professor – meu presente maior! Conclui o tratamento de quimioterapia proposto pelo oncologista , fiz as oito sessões.
Segundo ela ninguém se afastou por causa da doença, até mesmo a vida amorosa turbulenta melhorou, em seu blog Quimioterapia e Pensamento Positivo, ela compartilha de sua experiência com a doença e até criou um grupo no Facebook onde várias mulheres compartilham histórias semelhantes.
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App que te lembra de fazer autoexames

TLC

Que fazer auto exame é importante para prevenção do câncer, todo mundo sabe. Mas assim como é difícil lembrar de tomar água, no dia-a-dia acabamos esquecendo, fazendo apenas quando sentimos alguma coisa e aí já pode ser tarde demais. A Rethink Breast Cancer, empresa que apoia o desenvolvimento de pesquisas sobre o câncer de mama, desenvolveu um aplicativo que auxilia a não esquecer e te dá lembretes sobre o assunto.

Além disso, o aplicativo te dá um incentivo visual, com homens fortes e musculosos ensinando como fazer o auto exame. A campanha tem o slogan “Deixe esse cara gostoso te mostrar como dar a seus seios um pouco de TLC.” e faz uma brincadeira com a sigla que originalmente significa TenderLove e Care transformando-a em TouchLook e Check. O aplicativo está disponível para  iPhone e Android.

Como Brad Pitt e Angelina Jolie superaram a crise

Brad Pitt e Angelina Jolie

Angelina Jolie já deu provas de que a saúde é mais importante do que a vaidade. Retirou as duas mamas para diminuir o risco de 87% de desenvolver um câncer de mama, como já mostramos. Mas antes da atriz fazer essa revelação ela já aparentava sinais de anorexia e era vista em público visivelmente magra. Em um texto de Brad Pitt a revista “Identity Magazine” ele conta como ajudou a amada em um momento em que ela havia desistido de si mesma.

Veja abaixo o texto completo, publicado na página do Facebook da revista.

 

O Segredo do Amor

Minha mulher ficou doente. Ela estava constantemente nervosa por causa de problemas no trabalho, vida pessoal, seus fracassos e problemas com as crianças. Ela perdeu 13 quilos e estava com 40 quilos aos 35 anos. Ela ficou muito magra e estava chorando constantemente. Ela não era uma mulher feliz. Ela sofria constantemente de dores de cabeça, dor no peito e tensão muscular nas costas. Ela não dormia bem, caia no sono apenas pela manhã, e ficava cansada muito rápido durante o dia.

Nossa relação estava a ponto de acabar. Sua beleza estava deixando-a. Ela tinha bolsas sob os olhos, não cuidava nos cabelos e parou de cuidar de si mesma. Ela se recusava a fazer os filmes e rejeitava qualquer papel. Eu perdi a esperança e pensei que iríamos no divorciar logo…

Mas então eu decidi tomar uma atitude. Afinal, eu tenho a mulher mais linda do mundo. Ela é o ideal de mais de metade dos homens e mulheres do mundo, e eu era o único a ter permissão de dormir ao seu lado e abraça-la. Comecei a enche-la de flores, beijos e elogios. Eu a surpreendia e a agradava em todos os minutos. Eu dei diversos presentes e vivi apenas para ela. Eu falo em público apenas sobre ela. Incorporei todos os temas em sua direção. Eu a elogiei quando estávamos sozinhos e na frente de nossos amigos. Você não vai acreditar, mas ela floresceu. Ela estava melhor do que antes. Ela ganhou peso, não estava mais nervosa e me ama muito mais do que antes. Eu não tinha ideia de que ela PODIA amar tanto assim.

E então eu percebi uma coisa: “A mulher é o reflexo de seu homem”.

Brad Pitt

Angelina Jolie retira seios para evitar câncer

Angelina Jolie

Hoje fui surpreendida com a notícia de que Angelina Jolie teria feito uma mastectomia dupla, para evitar o câncer de mama. A princípio pensei que fosse uma pegadinha desses sites que inventam coisas, mas com a notícia sendo replicada por veículos importantes, agora não me resta dúvida. Ela que aos 37 anos, mantém a fama de ser uma das mulheres mais belas do mundo, mostrou ao mundo que a vaidade fica de lado quando o assunto são os filhos. Sim, foi por eles que ela fez o que muitas mulheres fazem quando já estão acometidas pela doença.

Com um risco de 87% de desenvolver câncer de mama e de 50% de ter câncer de ovário. Segundo a atriz ao “The New York Times” ela quis reduzir ao máximo o risco de ter a doença já que é mãe de seis filhos. O processo de retirada começou em fevereiro e só agora foi concluído. A mãe de Jolie lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56 anos.

Sabemos que os seios são a maior parte de feminilidade de uma mulher, o que torna esse gesto ainda mais admirável. “Eu me sinto segura de que fiz uma escolha dura e que de maneira nenhuma diminui minha feminilidade”, disse ela.

Sou blogueira, sou guerreira! (Update)

(Infelizmente A Manuela perdeu a luta contra o câncer em outubro deste ano)

Descobri o nódulo em Agosto de 2011, mas já sentia há bastante tempo, eu confundi com leite empedrado, não dei a devida importância, não conseguia marcar médico por causa do trabalho, e o diagnóstico foi tardio.

Sou Manuela Nygaard tenho 28 anos, atualmente não trabalho, parei por causa do câncer. Eu trabalhava com vendas, estava entrando no ramo imobiliário. Minha vida financeira está uma porcaria, não posso trabalhar, não tinha carteira assinada, logo não tenho direito a benefícios. Me trato pelo SUS, tenho tido sorte com o tratamento (transporte gratuito, hospital de qualidade, etc). Sou blogueira ha quase 3 anos.

Tenho amplo histórico de câncer na família. Papai morreu quando eu tinha 7 anos com câncer de próstata. No dia em que fiz a ultrassom que diagnosticou meu câncer eu só lembrava isso: meu filho estava prestes a fazer 6 anos, assim como eu quando papai foi diagnosticado.

 “Passei uma semana chorando, achando que iria morrer e deixar meu filho órfão”

Depois que o susto passou me dei conta de que poderia lutar, que mesmo se perdesse a luta deveria deixar um exemplo pro meu filho e é isso que eu faço. É difícil, tem horas em que realmente a dor e a dúvida abatem, mas é preciso, não há opção.

Mamãe não consegue olhar pro meu seio. Eu fui mostrar pra ela super feliz por ter tido uma melhora visível no aspecto (meu seio está deformado por causa do câncer) e ela chorou.

Meu filho sente claro, não demonstra tanto, mas sente. Ele leva tudo na brincadeira, natural de uma criança. Quando raspei a cabeça o pai dele brincou fazendo um moicano e ele se divertiu bastante. Eu tento amenizar ao máximo pra ele, mesmo ele dizendo que não se importa eu notei que a minha careca o incomodava, por isso pedi á Fundação Laço Rosa uma peruca, e o brilho nos olhos dele e a alegria ao me ver buscá-lo na porta da escola com aquela peruca me fizeram nunca mais querer sair de casa com ele sem ela.

Meu marido e eu estávamos em crise ha vários meses (talvez anos). No fatídico dia da ultra eu havia pedido a separação. Mas continuávamos morando juntos. Após o diagnóstico, cedendo à pressão de todos e ao sentimento, nos reconciliamos. No final de Abril nos separamos novamente. Passamos uma semana separados, voltamos e estamos melhor do que nunca.

“Existe sexo e desejo sim após o câncer! É diferente, muito diferente!”

Às vezes a minha autoestima está tão baixa que eu não consigo ficar sem blusa perto do meu marido (ainda não operei, mas meu seio está muito deformado). Depois que recebi a peruca por várias vezes eu tenho usado pra namorar com meu marido.

“São pequenos detalhes que nos faz sentir mais mulher”

O cabelo, os seios são símbolos da sexualidade feminina e são eles os mais afetados, por muitas vezes eu me pego triste, por várias me permiti chorar, mas não me deixo abater. Tenho consciência de que a minha qualidade de vida com o câncer pode piorar muito se eu me deixar abater.

“Não sou tão forte quanto falam”

Poderia chorar me lamentar, mas estou procurando algo para ocupar a minha cabeça e não permitir que a dor seja mais forte do que a minha vontade de vencer. Vejo muitas mulheres com câncer deprimidas, pra baixo. Eu também fico pra baixo, me deprimo, mas penso em primeiro lugar em vencer.

“Não há vitória sem luta e não há luta sem esforço”

Meu câncer é do tipo Carcinoma Ductal Infiltrantequando iniciei meu tratamento eu tinha grandes chances de fazer uma cirurgia conservadora, tirar somente um pedaço do peito  mas a quimioterapia não teve o efeito esperado e hoje já é falada na possibilidade de uma cirurgia radical, tirar o seio inteiro e reconstruir posteriormente.

Tenho ovários micropolicisticos. Nunca menstruei dois meses seguidos na mesma data, depois que comecei a quimioterapia todo dia 1 a minha menstruação vem! Por que to falando isso? Porque eu uma menina nova, 28 anos, com problemas hormonais esta com câncer e após o tratamento o problema hormonal se regularizou. Alguma ligação há nisso.

E de fato conforme diagnosticado em exames meu câncer é alimentado por hormônios, o que deve me render cinco anos de medicação pós-cirurgia pra evitar que o câncer volte. Provavelmente após isso estarei infértil e na menopausa, isso antes dos 35 anos, eu não sonho em ser mãe novamente, até porque perdi três bebês. Não quero passar por isso novamente, mas já vi muitos casos de mulheres jovens como eu que ainda não tem filhos e que não tem condições de pagar 20 mil pra ter os óvulos congelados (isso no banco de óvulos mais barato, o valor pode duplicar). Isso de fato é desesperador.

O câncer nos deforma de diversas formas, engordei 6 quilos, tem mulheres que engordam o dobro disso. Sem contar a perda dos cabelos, a tristeza, muitas vezes o marido não compreende nem apoia como deveria, a autoestima é muito abalada.

Procuro o tempo todo me animar, levantar o meu astral. Quando sinto que não estou bem me arrumo, em casa mesmo, maquilo, ponho a peruca, me perfumo tudo pra me sentir melhor. Quando percebi o poder de um batom e um rímel nunca mais me deixei abater.

Minha mãe cuida da casa, do meu filho, provê boa parte do sustento da família, e agradeço muito por isso. Se fossemos somente meu marido e eu não sei se daria conta. Muita não tem a sorte de poder contar com uma mãe por perto como eu tenho.

“É difícil lidar com os sentimento alheios”

Eu vejo a dor na minha mãe por me ver assim, assim como naqueles que são mais próximos. E é frustrante não poder fazer nada para impedir, saber que eu sou o motivo da dor deles.

Graças a Deus nesses últimos meses pude contar com minhas amigas virtuais e reais, conheci mulheres maravilhosas que me ajudaram muito, me levantam quando eu caio, me ajudam a não me abater. A amizade, mesmo que de longe (por telefone, internet) é valiosa e pode ajudar muito.

Cercar-nos de pessoas positivas e de bem com a vida, mesmo que de longe, ajuda a nos mantermos pra cima. Mesmo com tanto apoio é doloroso quando eu olho nos grupos de apoio virtual dos quais participo e vejo que alguém piorou ou morreu. Ou ainda quando se abate uma depressão coletiva e todas começam a se lamentar e chorar juntas, são momentos difíceis, mas necessários não devem ser evitados e sim superados.

Quer saber uma coisa que me incomoda?

Outras pessoas que não sabem lidar com o diferente, assim que raspei a cabeça eu saia na rua, na cara e na coragem “carecona”. Não me incomodava nem me envergonhava só que as pessoas não sabem lidar com o diferente. E por algumas vezes andando na rua com a minha mãe eu a via reclamando das pessoas olhando, falando alto mesmo e isso me incomodou. Comecei a perceber que incomodava meu filho também, daí em diante evitava sair de casa de dia, só saia a noite de lenço.

Uma situação que me incomodou bastante foi ver uma vizinha que estudou com meu filho ano passado assustada ao me ver careca. É só uma criança, mas me deixou assustada, assim como também me incomodou pessoas que se importaram mais com a perda do meu cabelo do que comigo.

 Nesses meses de tratamento eu tenho passado a maior parte do meu tempo no computador, no Facebook, cuidando dos meus blogs, vendo noticias, etc. Nunca fui muito de sair, mas ultimamente eu tenho me forçado a sair de casa. Comecei a caminhar, sempre que aquento (até pra diminuir os malefícios da quimioterapia). Tenho assumido compromissos com meu filho, tipo levá-lo ao futebol ao invés do pai, tenho ido buscá-lo na escola, tenho tentado até frequentar mercados e lojas (que confesso ainda me deixam desconfortável pelo grande volume de pessoas, tenho medo que alguém esbarre em mim e machuque meu seio).

“Só quero enfatizar uma coisa: tenho que ser forte, mas não sou. Há uma enorme diferença no psicológico da gente”

Não acho que devemos tentar ser fortes sozinhas. Existem associações, grupos de apoio (como os Neuróticos Anônimos que conheci a pouco e que ajuda muitas pessoas), grupos virtuais mesmo (como o Amigas do Peito) em que podemos nos ancorar e encontrar forças.

Uma coisa importante: o trabalho das ONGS e associações, ou até mesmo de profissionais independentes que se esforçam em ajudar a causa do câncer de mama. Esses portos seguros tão importantes são desconhecidos pela maioria das mulheres, não tem o apoio e a divulgação necessária, mas tem enorme potencial de ajuda.

Toque de coragem: na luta contra o câncer de mama

Trinta e duas mulheres morrem por dia no Brasil por causa da doença!

A cor é rosa, mas a ação é de alerta. O outubro rosa é um movimento mundial que além de chamar atenção por ter monumentos e prédios iluminados com a cor rosa, ele acerta para o câncer de mama, que atinge cerca de 49 mil mulheres por ano no Brasil.  Cerca de 90% das mulheres que têm câncer de mama, não possuem histórico na família. Uma em cada sete mulheres desenvolve a doença ao longo da vida.

Apenas 10,9% das mulheres descobrem o câncer de mama em fase inicial

 

Neste ano, será comemorado o 20º ano da Campanha de Conscientização sobre o Câncer de Mama (Breast Cancer Awareness Campaign – BCA) e, por conta disso, foi criado um grande movimento na web para dar um “toque de coragem” em todas as mulheres, chamando a atenção para a luta contra essa doença.

Foi criada uma página no Facebook dedicada à causa  com um aplicativo para que as pessoas enviem mensagens de coragem para as mulheres de todo o Brasil, que  1º de Outubro no MASP em uma grande projeção mapeada interativa. 

Além das mensagens, as pessoas poderão doar seu perfil por 1 dia para a campanha. Toques de coragem serão postados automaticamente na timeline das pessoas que aderirem ao aplicativo. Elas poderão trocar o seu coverflow e avatar também. Somente neste dia!

A campanha foi criada pela agência Luminas, que abraçou completamente a causa. Cada ação foi criada para ser compartilhada e para que todas as mensagens de coragem cheguem a milhares de mulheres do Brasil. A Clinique vai estar vendendo um chaveiro com 3 glosses e com o laço rosa, símbolo da campanha, e todo o valor vai ser revertido para o Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de Mama, criador do documentário Mulheres de Peito.

Confiram o trailer do documentário.

O câncer de mama além da fita rosa

Em meio a fotografias de mulheres que estão em busca de um ideal de beleza, surge a pergunta: Existe beleza no sofrimento? Talvez a resposta possa ser encontrada no ensaio do fotógrafo David Jay para o Scar Project. Nas fotos ele mostra que o câncer de mama vai muito além de uma fita rosa e que sim, pode haver encanto em mulheres que passaram por um grande sofrimento.

Para o fotógrafo, as campanhas de combate ao câncer de mama não alertam para o real perigo, escondido atrás de propagandas fofas, como ele explica: “Eu não vou mostrar apenas metade da história – que tudo vai ficar bem e essas meninas têm câncer de mama, mas irão continuar com suas vidas – porque esse não é o caso. Eu gostaria que fosse o caso, mas a realidade é que algumas dessas meninas estão morrendo e é importante ter a sua história, mas também porque essa é a realidade da doença.”

Jay que é acostumado a lidar com a vaidade feminina, ele é fotógrafo de moda há 15 anos. A ideia surgiu depois de ver uma amiga de apenas 29 anos ter que passar por uma cirurgia mastectômica, que consiste em retirar completamente a mama e é um dos possíveis tratamentos para o câncer. Segundo David, essa foi a maneira que ele encontrou de confrontar e aceitar a situação. Daí em diante, várias mulheres foram fotografadas pelas suas lentes
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