Arquivo mensal: agosto 2012

Música da semana – Wish You Were Here

Os britânicos Bee Gees compuseram Wish You Were Here logo após a morte de seu irmão mais novo, o também cantor Andy Gibb, morto em 1988. Prestes a entrar definitivamente no conjunto, Andy acabou falecendo em decorrência de uma miocardite, aos 30 anos.

Queria que você estivesse aqui

Você está vivendo sua vida
No coração de um outro alguém.
Meu amor é tão forte
Quanto os oceanos são distantes.
Uma canção de verão continua tocando no meu cérebro,
E eu sinto você e vejo seu rosto novamente.
Não tem escapatória, eu perdi tudo ao perder você..
Eu queria que você estivesse aqui,
Enxugando estas lágrimas que choro.
Foram bons tempos
E eu queria que você estivesse aqui,
Chamando meu nome.
Mas você está negociando com um homem louco o preço.
Como irremediavelmente estou perdido,.
Eu tentei desprezar o seu amor,
Mas não posso desistir.
E então eu desperto
Nos sonhos de um outro alguém.
(Não é o que parece) é somente uma mentira,
Eu ainda tenho de decidir quem é real.
A rosa vermelha como sangue que nunca morrerá,
Ela queimará como uma chama na escuridão da noite.
Não estou com medo,
Eu daria tudo se você me ouvisse lá…
Eu queria que você estivesse aqui,
Enxugando estas lágrimas que choro.
Foram bons tempos.
É aquela época do ano de ficar solitário,
Mas você está negociando com um coração de pedra.
Tente dar um beijo e dizer adeus,
Tente desprezar o nosso amor
E aquela tempestade vai soprar.
Queria que você estivesse aqui (2x)
Eu queria que você estivesse aqui,
Enxugando estas lágrimas que choro.
Foram bons tempos.
É aquela época do ano de ficar solitário,
Mas você está negociando com um coração de pedra.
Tente dar um beijo e dizer adeus,
Tente desprezar o nosso amor
E eu não posso desistir…
Foram bons tempos
E eu queria que você estivesse aqui.
Sim, eu quero você aqui…

Pacientes terminais poderão se tratar em casa

A Folha de S.Paulo publicou nesta quinta-feira (30/08), uma matéria apontando que o Conselho Federal de Medicina (CFM), estabeleceu uma diretiva chamada “diretiva antecipada de vontade”, onde o paciente terminal tem o poder de decidir se quer continuar o tratamento em casa. O intuito disso seria evitar que esse tipo de paciente ficasse meses vivendo por conta de aparelhos.

Essa matéria nos traz a seguinte reflexão: será que isso é certo?

Muito ainda se discute sobre isso no campo médico, a maioria dos profissionais da área da saúde são contra esse tipo de procedimento e é compreensível uma vez que os médicos estão comprometidos com a cura, não conseguir alcançar esse objetivo significa fracassar. Mas se os Cuidados Paliativos, termos técnico usado no campo da medicina, são cuidados destinados a proporcionar bem estar, conforto e suporte aos pacientes e seus familiares nas fases finais de uma enfermidade terminal, não seria certo atender o enfermo que se sente mais acolhido e confortável em seu próprio lar?

Alguns depoimentos dados a Veja, me deixaram bastante inclinada a concordar com a vontade do paciente. Confira abaixo.


Deixe aqui no blog sua opinião sobre isso.

Última chance de se despedir

Você gostaria de deixar uma mensagem antes de morrer para um ente querido? Confessar alguma coisa? Tem algo que você gostaria de dizer e por algum razão não disse?

“If I die” ou “Se eu morrer” é um aplicativo no qual você grava uma mensagem  que será enviada para sua lista de amigos no Facebook após a sua morte. À primeira vista pode parecer mórbido, mas muitas pessoas não têm tempo de se despedir de seus familiares. Deixar algo para os entes queridos  pode ser uma forma de eternizar a sua memória.

Para usar o aplicativo é simples, a pessoa precisa instalar o aplicativo, gravar um vídeo de cinco minutos ou redigir um texto e atribuir três amigos que vão atuar como “curadores”, eles é que vão confirmar a morte. Uma vez que a morte foi constatada por meio do aplicativo a mensagem que você deixou será publicada.

O único problema é que o real intuito deste aplicativo é transformar a pessoa que morreu em uma espécie de “celebridade”, uma competição em que quem morre primeiro “ganha”. O próprio site apresenta o aplicativo como uma oportunidade.

Resta saber com que finalidade os usuários vão utilizar.

Você usaria?

O apelo de uma mãe desesperada

 

 

O Guilherme é meu filho. Ele tem 5 aninhos de vida e depois de ser diagnosticado com leucemia linfoblástica aguda (LLA) com 11 meses de idade, tratou com quimioterapia e entrou em remissão. Infelizmente neste mês o Guilherme teve uma recaída e já iniciou o novo tratamento. Encontrar um DOADOR DE MEDULA é fundamental agora, pois poderá ser a única maneira dele ficar totalmente curado. E diferente do que muitos pensam, a compatibilidade quando não ocorre entre irmãos, não é encontrada em outros parentes.

Assim dependemos da solidariedade e agilidade de amigos e de todos para fazermos uma campanha de cadastro dos voluntários no Banco de Medula Óssea (REDOME), pois ele poderá vir a precisar de uma compatibilidade de 100% ou o mais próximo possível. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL! Sabemos que é possível e vamos encontrar!!! Cito um exemplo de sucesso, que foi o caso da atriz Drica Moraes, ela encontrou um doador 100% compatível.

Passo a passo para se tornar um doador:

– Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea.

– Ir a um hemocentro, todas as capitais possuem um. No Rio de Janeiro existem 2 endereços: O HEMORIO – que funciona de 2ª a 6ª feira de 8 às 12 horas, Guichê 1 do Setor de Cadastro, no Salão de Doadores ou no INCA onde o atendimento é segunda a sexta-feira, de 7h30 às 14h30, e aos sábados, de 8h às 12h.

– O candidato não precisa estar em jejum. Ele fará seu cadastro e será coletada uma amostra de 5 ml de sangue para a realização dos exames de histocompatibilidade.

– Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

– Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado nacional que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

– Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

– A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

– É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato.

* Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti – HEMORIO
Rua Frei Caneca, 8 – Centro – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2509-1290

* Instituto Nacional de Câncer – INCA
Praça da Cruz Vermelha, 23 – 2º andar – Centro – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2506-6580

Kiss for a Cause: Beijando contra a AIDS

Há 4 anos a marca alemã H&M Fashion lançou a primeira Fashion Against AIDS Collection. A ação vai além da doação de cachê dos artistas envolvidos. Incríveis 25% de todas as vendas são destinadas para instituições como MTV Staying Alive FoundationYouthAIDSDesigners Against Aids e para o Fundo das Nações Unidas.

O tema desse ano é Kiss for a Cause e além de participar da causa comprando peças da coleção, as pessoas podem fazer uploads de uma foto beijando outra pessoa e a cada foto enviada, 1 dólar é doado.

Confira abaixo, o video da campanha:

Pensamento do dia

Talia Joy Castellano: um exemplo de força

Talia Joy Castellano tem apenas 13 anos, mas isso não a impediu de compreender as nuances de um olho esfumaçado, ou a emoção de primers. Só que diferente de várias mulheres que usam a maquiagem para compensar o parceiro, ou mesmo qualquer outra pessoa, Talia usa a maquiagem como uma forma de aumentar a sua auto-estima e confiança.

Em 14 de fevereiro de 2007 ela foi diagnosticada com Neuroblastoma fase 4, ela ficou livre do câncer por 13 meses, mas voltaram em setembro 2008. Mais uma vez ela conseguiu superar a doença por quase 2 anos, mas, infelizmente, teve uma recaída uma segunda vez em 13 de agosto de 2010 e a última  vez em 08 de abril de 2011.

Seu blog, snappily intitulado “Make-upisMYwig“, já acumulou mais de 100.000 assinantes que sintonizar semanalmente para segui-la assumir as tendências mais recente, ou simplesmente para ouvir as últimas atualizações em seu tratamento. Talia diz que usar peruca é sua maneira de lidar com lutas árduas de quimioterapia para a leucemia.

Ela também revelou que ela estava sofrendo de dois tipos de câncer, ao mesmo tempo, uma raridade: neuroblastoma e leucemia. “Isso não é justo para mim”, ela disse aos seus fãs. “Eu tenho apenas 13 anos”.

Ela nunca vai desistir e não vai deixar que múltiplas cirurgias, internações, exames laboratoriais, tratamentos de quimioterapia, tratamentos experimental ou qualquer outra coisa entrar em sua maneira de ser simplesmente incrível. Ela adora maquiagem e tem seu próprio canal no YouTube, TaliaJoy18 e é uma inspiração para muitos.

O câncer de Talia se espalhou e agora está em seu osso. Além disso, ela tem desenvolvido pré-leucemia. Talia não desistiu, mas não vai passar por todos os tratamentos mais dolorosos e tóxicos quer apenas aproveitar o resto de sua vida, o que significa que ela só teria entre quatro meses e um ano para viver. Ela prometeu continuar a fazer vídeos, porém, como um método de terapia.

Música da semana – Metade

Metade

Eu perco o chão
Eu não acho as palavras
Eu ando tão triste
Eu ando pela sala
Eu perco a hora
Eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim…

Eu perco as chaves de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será
Que você está agora?…

Eu perco o chão
Eu não acho as palavras
Eu ando tão triste
Eu ando pela sala
Eu perco a hora
Eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim…

Eu perco as chaves de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será
Que você está agora?

O câncer de mama além da fita rosa

Em meio a fotografias de mulheres que estão em busca de um ideal de beleza, surge a pergunta: Existe beleza no sofrimento? Talvez a resposta possa ser encontrada no ensaio do fotógrafo David Jay para o Scar Project. Nas fotos ele mostra que o câncer de mama vai muito além de uma fita rosa e que sim, pode haver encanto em mulheres que passaram por um grande sofrimento.

Para o fotógrafo, as campanhas de combate ao câncer de mama não alertam para o real perigo, escondido atrás de propagandas fofas, como ele explica: “Eu não vou mostrar apenas metade da história – que tudo vai ficar bem e essas meninas têm câncer de mama, mas irão continuar com suas vidas – porque esse não é o caso. Eu gostaria que fosse o caso, mas a realidade é que algumas dessas meninas estão morrendo e é importante ter a sua história, mas também porque essa é a realidade da doença.”

Jay que é acostumado a lidar com a vaidade feminina, ele é fotógrafo de moda há 15 anos. A ideia surgiu depois de ver uma amiga de apenas 29 anos ter que passar por uma cirurgia mastectômica, que consiste em retirar completamente a mama e é um dos possíveis tratamentos para o câncer. Segundo David, essa foi a maneira que ele encontrou de confrontar e aceitar a situação. Daí em diante, várias mulheres foram fotografadas pelas suas lentes
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Pensamento do dia